No âmbito da pandemia de covid-19, famílias indígenas dos estados de Tocantins, Pará e Mato Grosso vão receber, nos próximos dias, 7.528 cestas básicas, o que equivale a mais de 165 toneladas de alimentos. A ação ocorre numa parceria entre a Fundação Nacional do Índio (Funai), a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e o Ministério da Cidadania, que disponibilizou o recurso para a compra das cestas.

A Conab é responsável pela aquisição dos gêneros alimentícios, armazenamento, montagem e entrega das cestas básicas à Funai, que, por sua vez, realiza a logística de distribuição dos itens às comunidades. Os beneficiários da doação são indicados pela Funai. A fundação recebe as cestas montadas pela Conab e entrega os produtos diretamente às famílias contempladas na ação. Cada cesta possui 22kg de alimentos, sendo composta por feijão, óleo, macarrão, fubá ou floco de milho, farinha de mandioca ou de trigo, arroz, açúcar e leite em pó.

A expectativa é que toda a distribuição seja finalizada em, aproximadamente, 50 dias. A ação faz parte do programa Brasil Fraterno, implementado pelo Ministério da Cidadania, que reúne ações governamentais e de parceiros em torno de uma rede de solidariedade para amenizar impactos sociais, econômicos e nutricionais da pandemia. A iniciativa incorporou todas as ações executadas pelo ministério voltadas para aquisição e distribuição de cestas de alimentos.

Desde o início da pandemia, a Funai já distribuiu 700 mil cestas básicas a diferentes etnias, o que representa cerca de 15 toneladas de alimentos entregues a mais de 200 mil famílias indígenas em situação de vulnerabilidade social no país. A medida é fundamental para garantir a segurança alimentar e contribuir com o isolamento social das comunidades, colaborando para que os indígenas permaneçam nas aldeias e evitem, assim, o risco de contágio pela covid-19.

Assessoria de Comunicação/Funai

com informações da Conab

Assistência Social

 

 

 

Fonte: https://www.gov.br/funai/pt-br/assuntos/noticias/2021/indigenas-do-tocantins-mato-grosso-e-para-vao-receber-mais-de-165-toneladas-de-alimentos

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