Os temas representatividade e atuação das organizações indígenas foram debatidos na manhã desta sexta-feira (3), com representantes da Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (COIAB), da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB), da União das Mulheres Indígenas da Amazônia Brasileira (UMIAB) e do Conselho Indígena de Roraima (CIR).
Cada organização apresentou suas atuações nas bases, além de destacar os desafios das questões jurídicas e políticas diante dos retrocessos aos direitos dos povos indígenas.
Há 55 anos, o Conselho Indígena de Roraima (CIR) atua na defesa dos direitos indígenas, com participação em incidências políticas e jurídicas nos âmbitos local, regional, nacional e internacional.
“A gente tem atuado em várias frentes de luta, e um dos novos objetivos enquanto organização indígena de Roraima é montar estratégias frente aos retrocessos de direitos que estamos vivendo e ainda vamos viver. Outro ponto é a questão da demarcação das terras indígenas do nosso estado, e estamos buscando apoio para que elas saiam, de fato, do papel. Acompanhamos também o processo da saúde e da educação, sempre buscando atuar em nome das nossas comunidades”, destacou o vice-tuxaua geral do CIR, Paulo Ricardo.









Lideranças dialogando com as organizações presentes. (Fotos: Maciel Macuxi- ASCOM/CIR).
A organização desenvolve e fortalece, nas bases, ações voltadas para gestão ambiental, educação, mulheres, juventude, proteção territorial, entre outras.
Ao final, as lideranças fizeram uma homenagem ao vice-coordenador da Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (COIAB), Alcebias Sapará, e à coordenadora-tesoureira da COIAB, Dineva Kayab, pela atuação, dedicação e pelo legado deixado na caminhada iniciada em 2022 e encerrada em 2026.






Homenagens e entregas de presentes em agradecimentos as lideranças. (Fotos: ASCOM/CIR).
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